Foi identificado como Rômulo Guilherme Franco, de 22 anos, o jovem que perdeu a vida em um grave acidente de trânsito envolvendo quatro veículos, registrado na tarde desta quarta-feira (28), na BR-364, no município de Jaciara, a cerca de 144 km ao sul de Cuiabá. Rômulo havia se casado poucas horas antes do acidente e seguia viagem com a esposa, de 18 anos, para Chapada dos Guimarães, onde o casal passaria a lua de mel. Ele morreu ainda no local da colisão. A esposa foi socorrida com ferimentos e encaminhada a uma unidade de saúde. Atendimento mobilizou equipes de resgate De acordo com informações da concessionária Nova Rota do Oeste, o chamado para atendimento da ocorrência foi registrado às 14h08. O acidente envolveu dois veículos de passeio e dois veículos de carga, exigindo a mobilização do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Estiveram envolvidos na batida: um VW Polo prata uma GM Montana branca, com placas de Tangará da Serra uma carreta Mercedes-Benz 2651 azul uma carreta Mercedes-Benz Actros branca As circunstâncias exatas da colisão ainda não foram detalhadas pelas autoridades. Comoção e despedida Rômulo morava em Rondonópolis, onde familiares e amigos lamentaram a morte precoce do jovem. Em nota divulgada pela família, a despedida foi marcada por forte emoção: “Nosso querido Rômulo era paz em forma de gente; um anjo que Deus emprestou ao mundo e que agora voltou para o seu verdadeiro lar.” O velório teve início às 7h, no Cemitério Vila Aurora, em Rondonópolis. Estado de saúde dos feridos Até o momento, não foram divulgadas informações atualizadas sobre o estado de saúde da esposa de Rômulo nem dos outros dois feridos envolvidos no acidente. O caso segue sob investigação para apurar as causas da colisão. Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News
Aprovados da PM cobram convocação e alertam: falta de policiais agrava insegurança em Mato Grosso
Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News A demora na convocação dos aprovados no concurso da Polícia Militar de Mato Grosso voltou ao centro do debate sobre segurança pública no estado. Nesta quarta-feira (28), representantes da Associação dos Aprovados no Concurso da PMMT se reuniram, em Cuiabá, com o senador Wellington Fagundes, para denunciar o que classificam como descaso do poder público diante da urgência do tema. O grupo, liderado pelo presidente da associação, José Lucas de Souza Egueis, pediu apoio político e articulação institucional para a convocação imediata dos candidatos aprovados, que poderiam estar hoje reforçando o policiamento e ajudando a proteger a população mato-grossense. Mais de mil aprovados aguardam convocação O concurso público da PMMT registrou cerca de 1.800 aprovados. Até o momento, foram realizados três chamamentos, totalizando aproximadamente 715 convocados. No entanto, mais de 1.090 candidatos seguem aguardando nomeação, mesmo com o concurso válido até dezembro deste ano. A situação gera apreensão entre os aprovados, que temem perder o direito à convocação enquanto o estado enfrenta um déficit significativo de efetivo policial. Segurança pública pede urgência Durante a reunião, os representantes destacaram que a falta de policiais impacta diretamente a segurança da população, especialmente em um cenário de crescimento da violência em diversas regiões do estado. O senador Wellington Fagundes reforçou a gravidade da situação e chamou atenção para os dados alarmantes relacionados à violência contra a mulher. “Mato Grosso liderou pelo segundo ano consecutivo o ranking nacional de feminicídios em 2024, com taxa de 2,5 mortes por 100 mil mulheres, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Foram 47 mulheres assassinadas no ano passado. Esses números mostram que precisamos, com urgência, de mais policiais preparados nas ruas”, afirmou. O senador também ressaltou que 83% dos feminicídios ocorreram dentro do ambiente doméstico, o que exige presença policial, prevenção e resposta rápida das forças de segurança. “Segurança se faz com pessoas”, diz Fagundes Para Wellington Fagundes, a demora na convocação não se justifica diante da necessidade do estado. “Se há concurso válido e há déficit no efetivo, é preciso convocar. Segurança pública não se faz apenas com estrutura ou equipamentos, se faz com pessoas preparadas, com homens e mulheres capacitados para servir e proteger a população”, declarou. O senador destacou ainda os desafios específicos de Mato Grosso, como a extensa faixa de fronteira, a diversidade territorial e o avanço do crime organizado, fatores que tornam a ampliação do efetivo ainda mais urgente. Apoio político e mobilização continuam A associação informou que conta com assessoria jurídica e avalia medidas administrativas e legais para garantir a prorrogação do concurso dentro do prazo legal, caso necessário. Os aprovados seguem mobilizados e acreditam que, com apoio político e institucional, será possível acelerar as convocações. Para o senador Wellington Fagundes, tratar o tema com prioridade é também uma forma de respeitar os aprovados, que se prepararam, passaram por todas as etapas do concurso e estão prontos para servir à sociedade.
Lula perde força? Pesquisa mostra empate e levanta alerta sobre rejeição ao governo
Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News Os números da mais recente pesquisa do Paraná Pesquisas, divulgada no fim de janeiro, revelam mais do que simples intenções de voto. Eles apontam um movimento claro de desgaste do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva junto à população — e isso começa a preocupar o campo governista olhando para as eleições de 2026. Embora Lula ainda lidere os cenários de 1º turno, o que chama atenção é o comportamento do eleitor quando a disputa se afunila para o 2º turno. O dado central da pesquisa: Lula perde vantagem no confronto direto Nos cenários de 2º turno, o presidente aparece empatado tecnicamente com dois nomes da oposição: Lula x Flávio Bolsonaro Lula: 44,8% Flávio Bolsonaro: 42,2% 📉 Em relação à pesquisa anterior: Lula caiu 0,7 ponto Flávio subiu 1,2 ponto 👉 Essa é a menor diferença entre os dois desde outubro de 2025, quando Flávio passou a ser testado. Lula x Tarcísio de Freitas Lula: 43,9% Tarcísio: 42,5% ➡️ Novo empate técnico, com Lula apresentando leve queda e Tarcísio mantendo estabilidade. Lula x Ratinho Junior Lula: 44,7% Ratinho Jr.: 38,9% 📌 Este é o único cenário em que Lula vence fora da margem de erro, com vantagem de 5,8 pontos percentuais. 1º turno: liderança existe, mas não tranquiliza No 1º turno, Lula aparece na frente: Lula: 40,7% Tarcísio de Freitas: 27,5% Ronaldo Caiado: 6,6% Romeu Zema: 4,4% Brancos/nulos/indecisos: 17,4% Mesmo liderando, o presidente não ultrapassa 50%, o que indica alto risco de segundo turno e um eleitorado ainda aberto a mudanças. O que essa pesquisa revela de fato? Aqui está o ponto central da análise:o problema do governo Lula não é o 1º turno — é o 2º. O empate técnico com adversários diretos indica que: parte do eleitorado começa a reavaliar o governo o histórico político já não garante vantagem automática a economia e o custo de vida pesam mais do que discursos A queda de Lula e o crescimento de Flávio Bolsonaro, por exemplo, mostram um movimento de migração ou insatisfação silenciosa, algo que costuma aparecer primeiro nas pesquisas antes de se consolidar nas urnas. ⚠️ Sinal de alerta para 2026 Ainda é cedo para falar em derrota, mas não é cedo para falar em preocupação. Os números sugerem que: o governo perde tração popular a oposição ganha competitividade a eleição de 2026 tende a ser uma das mais disputadas dos últimos anos 👉 Em resumo: Lula ainda lidera, mas já não domina o cenário. Metodologia 2.080 eleitores 26 estados + Distrito Federal Período: 25 a 28 de janeiro de 2026 Margem de erro: 2,2 pontos percentuais Nível de confiança: 95% 📌 Análise baseada em dados do instituto Paraná Pesquisas e em informações originalmente publicadas pela Exame.com.
Seduc divulga resultado dos classificados para seleção de monitores de intercâmbio
A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) divulgou, nesta terça-feira (27.1), o resultado dos candidatos classificados no edital de seleção de Monitores de Língua Inglesa que irão participar da 4ª edição do Programa de Intercâmbio MT no Mundo, prevista para 2026. Ao todo, o processo seletivo oferece 14 vagas para servidores da rede estadual de ensino. A seleção é destinada a servidores efetivos ou contratados da Seduc, lotados no Órgão Central ou nas Diretorias Regionais de Educação (DREs), com vínculo ativo em 2025 e continuidade ou renovação contratual em 2026 até o momento do embarque. Os candidatos também precisam ter nível superior completo e proficiência mínima B1 em inglês, conforme o Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas (QECR), comprovada por exames como TOEIC ou TOEFL. O processo seletivo é composto por duas etapas: análise documental, que verificou a regularidade das inscrições e dos documentos enviados, e entrevista online, que avaliará o perfil profissional, a motivação e a capacidade de comunicação em língua inglesa dos classificados. Os monitores selecionados terão como atribuições acompanhar, orientar e supervisionar os estudantes durante o intercâmbio, além de participar de reuniões, palestras, videoconferências e seguir todas as orientações e comunicados oficiais da Seduc e das DREs. Com três semanas de duração em país de língua inglesa, o Programa MT no Mundo integra a Política Educacional de Línguas Estrangeiras da Seduc, uma das iniciativas do Plano Educação 10 Anos, que tem como meta posicionar a rede estadual de ensino entre as cinco melhores do Brasil até 2032. O edital completo, bem como a lista de classificados e demais informações, está disponível no portal oficial da Seduc. Cronograma Publicação do edital: novembro de 2025 Período de envio do formulário: novembro a dezembro de 2025 Análise classificatória: 12/01/2026 a 23/01/2026 Resultado preliminar da classificação e lista de suplentes: 27/01/2026 Período de recursos: 27/01/2026 a 29/01/2026 Resultado dos recursos: 03/02/2026 Agendamento das entrevistas: 04/02/2026 a 06/02/2026 Período de entrevistas: 09/02/2026 a 28/02/2026 Resultado das entrevistas: 04/03/2026 Período de recursos das entrevistas: 04/03/2026 a 06/03/2026 Classificação final após recursos e lista de suplentes: 10/03/2026 Envio de documentos digitalizados à Seduc: 11/03/2026 a 18/03/2026 Convocação de suplentes: 19/03/2026 Entrevista de suplentes: 24/03/2026 a 27/03/2026 Resultado final: 02/04/2026 Período do intercâmbio: a definir
Emenda de Max Russi garante mobilidade e valoriza agentes de saúde em Porto Alegre do Norte
Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News Com foco na valorização dos profissionais da saúde e no fortalecimento da atenção básica, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi, anunciou nesta ultima terça-feira (27), em Porto Alegre do Norte, a destinação de emenda parlamentar para garantir mais mobilidade e melhores condições de trabalho aos agentes comunitários de saúde e de endemias do município. O investimento viabiliza a aquisição de 37 veículos, sendo 23 bicicletas elétricas para atuação na área urbana e 14 motocicletas destinadas ao atendimento das comunidades rurais. A iniciativa busca dar mais eficiência ao trabalho dos agentes, que lidam diariamente com longas distâncias, dificuldades de acesso e a necessidade de manter contato direto com a população. O anúncio ocorreu durante a assinatura de convênios no município e atende a uma solicitação dos vereadores Aldenor Lima (PRD), conhecido como Cueca, e Eversom Marinho (MDB), o Keno, que destacaram a importância de garantir estrutura adequada aos profissionais responsáveis pelo acompanhamento das famílias e pelo monitoramento de riscos à saúde pública. Para Max Russi, o projeto vai além da entrega de veículos e representa um investimento direto na qualidade do atendimento prestado à população.“Quando investimos em mobilidade, estamos investindo em eficiência, prevenção e cuidado com as pessoas. Os agentes de saúde e de endemias são a linha de frente do sistema. Valorizar esse trabalho é garantir que o serviço chegue a todos, tanto na cidade quanto no campo”, afirmou o presidente da ALMT. Na zona urbana, as bicicletas elétricas vão proporcionar mais agilidade nas visitas domiciliares, ampliar a cobertura dos atendimentos e reduzir o desgaste físico dos profissionais. Já as motocicletas permitirão que os agentes da área rural superem barreiras logísticas e alcancem comunidades mais distantes com mais rapidez, segurança e regularidade. A emenda reforça o compromisso de Max Russi com políticas públicas estruturantes, com a valorização dos servidores da saúde e com ações que geram impacto direto na vida da população, fortalecendo a atenção primária e elevando a qualidade dos serviços oferecidos em Porto Alegre do Norte.
“Não subo nesse palanque”, diz Flávia sobre possível aliança entre Wellington e os Campos
Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), foi direta ao comentar os bastidores da sucessão estadual e afirmou que não subiria no mesmo palanque caso o senador Wellington Fagundes (PL) confirme uma aliança com o grupo político da família Campos. A declaração foi feita nesta quarta-feira (28), ao ser questionada sobre a possibilidade de a ex-prefeita Lucimar Campos compor a chapa de Wellington como candidata a vice ao Governo de Mato Grosso. Adversária histórica do grupo Campos em Várzea Grande, Flávia classificou a eventual composição como um “tiro no pé”. Segundo ela, não haveria ambiente político para caminhar ao lado de antigos adversários locais. Nos bastidores, a fala foi interpretada como um recado claro: caso a aliança se confirme, a prefeita tende a se afastar politicamente do projeto do senador na disputa estadual. Flávia, inclusive, não esconde sua simpatia pela pré-candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que deve disputar o Palácio Paiaguás com apoio do governador Mauro Mendes (União Brasil). A avaliação no meio político é de que uma eventual união entre Wellington e Lucimar daria a Flávia um argumento político consistente para não apoiar o senador e, em vez disso, declarar apoio a Pivetta na corrida pelo governo estadual. Veja o vídeo
A era Campos chegou ao fim ou o grupo prepara um novo capítulo para 2026?
Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News As eleições municipais de 2024 deixaram marcas profundas no grupo político ligado à família Campos em Mato Grosso. Derrotas em redutos históricos, perda de espaço em municípios estratégicos e o enfraquecimento de alianças tradicionais sinalizaram que um ciclo político entrou em zona de alerta. Desde então, o grupo passou a se movimentar com mais intensidade. Visitas ao interior, conversas com lideranças locais e reposicionamento estratégico indicam uma tentativa clara de reconstrução política mirando as eleições de 2026. A pergunta que domina os bastidores é direta: a família Campos vive o fim de uma era ou o início de um recomeço político? Mais movimento e menos dependência do grupo governista Nos últimos meses, ficou evidente que não há mais espaço político para a família Campos dentro do grupo liderado pelo governador Mauro Mendes. A relação, antes de convivência estratégica, deu lugar ao distanciamento e à quebra de confiança. Aliados avaliam que o apoio do grupo governista a um nome de outro partido para a sucessão estadual selou esse rompimento. A partir daí, a família Campos passou a atuar de forma mais independente, buscando reconstruir seu próprio campo político. Jayme Campos: experiência, força em Brasília e discurso mais duro No centro desse reposicionamento está o senador Jayme Campos. Mesmo fora do núcleo político do Palácio Paiaguás, Jayme tem reforçado sua principal credencial: experiência e força em Brasília. Jayme é reconhecido como o senador que mais destinou emendas parlamentares para Mato Grosso em 2025, alcançando praticamente todas as prefeituras do Estado. Prefeitos, inclusive de diferentes espectros políticos, reconhecem que sua atuação garantiu recursos para áreas essenciais como saúde, infraestrutura e serviços públicos. Esse histórico fortalece o discurso de que, mesmo fora do grupo governista, Jayme segue relevante, ativo e com capacidade real de articulação nacional. Críticas públicas e tom de enfrentamento O novo momento ficou ainda mais evidente nesta semana, quando Jayme Campos fez uma dura crítica a um dos principais aliados do governo, o empresário e ex-ministro Blairo Maggi. Em tom claramente eleitoral, Jayme cobrou uma suposta dívida de cerca de R$ 2 bilhões relacionada a contribuições não pagas por grandes grupos do agronegócio, afirmando que o valor seria suficiente para resolver problemas como a RGA dos servidores públicos. A declaração marcou um divisor de águas. Pela primeira vez, Jayme adotou um discurso frontal contra figuras centrais do grupo que hoje sustenta o governo estadual, deixando claro que o alinhamento político foi rompido. Menos vaidade, mais viabilidade Internamente, Jayme tem adotado um discurso pragmático. Ele próprio já afirmou que não haverá imposição de candidatura e que a decisão passará por critérios objetivos, especialmente pesquisas eleitorais. Nesse contexto, cresce a especulação sobre uma possível composição com o senador Wellington Fagundes, hoje bem posicionado nas pesquisas. O entendimento seria simples: quem estiver melhor avaliado lidera a chapa. Esse movimento reforça a leitura de que o grupo Campos busca sobrevivência política com base em viabilidade, e não apenas em tradição ou sobrenome. Júlio Campos e o desafio da continuidade Outro ponto sensível é o futuro do deputado Júlio Campos, que avalia a possibilidade de disputar mais uma reeleição. O cenário, porém, é desafiador. O eleitor mato-grossense se mostra mais atento, menos tolerante à repetição de nomes tradicionais e mais exigente quanto a resultados concretos. Isso torna qualquer projeto de continuidade mais complexo e dependente de estratégia, comunicação e alianças sólidas. O eleitor mudou — e o jogo também A política de Mato Grosso vive um novo momento. O eleitor está mais conectado, acompanha bastidores, cobra coerência e observa com atenção as alianças que se formam. O ambiente digital e a comunicação direta passaram a ter peso decisivo. Nesse cenário, experiência pesa — mas não garante vitória. É preciso traduzir trajetória em projeto de futuro. Fim ou recomeço? Diante desse contexto, a família Campos vive talvez seu momento mais decisivo em décadas. O rompimento com o grupo governista é um fato. A força política em Brasília, especialmente de Jayme Campos, também é inegável. Se esse movimento representará o encerramento de um ciclo histórico ou o início de um recomeço político, dependerá da capacidade do grupo de se reorganizar, formar novas alianças e dialogar com um eleitorado cada vez mais atento e exigente. Uma coisa é certa: 2026 não será apenas mais uma eleição — será um teste definitivo de sobrevivência política para a família Campos em Mato Grosso.
Matheus é o segundo eliminado do BBB 26 com 79,48% dos votos
Matheus foi o segundo eliminado do BBB 26 na noite desta terça-feira (27), ao receber 79,48% da média dos votos do público. O gaúcho disputava a permanência na casa com Leandro, conhecido como Boneco, e Brígido, que seguiram no jogo após receberem 15,55% e 4,97% dos votos, respectivamente. Logo após o anúncio do resultado pelo apresentador Tadeu Schmidt, a jornalista Ana Paula Renault comemorou a permanência de Leandro e celebrou ao lado do brother na sala da casa. Ela não se despediu de Matheus no momento da saída. Antes de atravessar a porta de eliminação, Matheus se despediu de alguns participantes, entre eles Edilson, Sarah Andrade, Sol Vega e Jordana. Enquanto isso, Ana Paula continuou comemorando e chegou a gritar em celebração junto a Leandro. Matheus entrou no BBB 26 após perder a votação da Casa de Vidro do Sul, mas garantiu uma vaga definitiva no reality ao resistir à dinâmica do Quarto Branco, passando a integrar o grupo Pipoca. Nesta semana, ele foi indicado diretamente ao Paredão pelo Líder, Babu Santana. Com a eliminação, o BBB 26 entra em uma nova fase, marcada por rearranjos de alianças, tensões entre os participantes e disputas estratégicas, às vésperas de mais uma semana decisiva no jogo. Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News
Sem espaço na Federação União-PP, Caiado anuncia filiação ao PSD ao lado de Ratinho Jr. e Eduardo Leite
Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News O cenário da disputa presidencial ganhou um novo movimento nesta terça-feira (27). O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, anunciou oficialmente sua filiação ao PSD, após perder espaço político dentro do União Brasil, especialmente com a consolidação da federação União-PP, que reduziu as chances de a sigla bancar uma candidatura própria ao Palácio do Planalto. O anúncio foi feito por meio de um vídeo divulgado nas redes sociais, ao lado de outros dois governadores do PSD que também aparecem como pré-candidatos à Presidência da República: Ratinho Jr., governador do Paraná, e Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul. Na gravação, Caiado afirmou que sua decisão representa um “gesto de total desprendimento” e destacou que, neste momento, não há definição sobre quem será o candidato oficial do partido. Segundo ele, a escolha será construída de forma conjunta, priorizando um projeto nacional e não interesses individuais. “Aqui não existe projeto pessoal. O candidato que for escolhido terá o apoio dos demais para levar uma proposta de esperança e de reconstrução ao país”, afirmou Caiado. Nos bastidores, a saída do governador goiano do União Brasil já era considerada praticamente inevitável. Aliados apontam que, com a federação formada com o PP, as portas se fecharam para que Caiado pudesse apresentar seu projeto nacional dentro da antiga sigla. Com a filiação, o PSD passa a concentrar três governadores em exercício com projeção nacional, o que fortalece o partido no debate presidencial, mas também impõe um desafio interno relevante: costurar um acordo político capaz de unificar o grupo em torno de um único nome, evitando disputas internas que possam fragilizar o projeto. Cada governador carrega um perfil distinto. Caiado representa o Centro-Oeste, com discurso firme na segurança pública e defesa do agronegócio. Ratinho Jr. aposta no desempenho administrativo e em uma gestão técnica no Sul do país. Já Eduardo Leite busca ocupar o espaço de centro, com apelo ao eleitor urbano e ao discurso de moderação. A movimentação reforça a tentativa do centro político de se reorganizar diante da polarização nacional já consolidada. A definição de um nome único dentro do PSD será decisiva para medir a força do partido na corrida presidencial e seu papel na formação das alianças de 2026. Por enquanto, a filiação de Caiado sinaliza uma reconfiguração no tabuleiro político nacional, com reflexos diretos no desenho das pré-candidaturas e no equilíbrio das forças partidárias.
Homem morre após ser atingido por pedras durante mergulho em rio de MT
Um homem de 35 anos, morreu na noite desta segunda-feira (26) após um acidente durante um mergulho em um rio localizado na Linha 13, zona rural do município de Carlinda, a 762 km ao norte de Cuiabá. De acordo com informações da Polícia Civil, o caso ocorreu por volta das 20h30, em uma área utilizada para atividades de mergulho com uso de mangueira de oxigênio. Testemunhas relataram que a vítima estava submersa quando houve o desmoronamento de uma barreira às margens do rio, provocando o deslocamento de pedras. Uma das pedras teria atingido Omar durante o mergulho. Ao perceberem que ele não respondia e apresentava dificuldades para respirar pelo equipamento de oxigênio, os companheiros de trabalho o retiraram da água e tentaram prestar socorro, mas a vítima já não apresentava sinais vitais. Após o resgate, o corpo foi envolvido em um saco plástico e transportado em uma embarcação até a chegada das autoridades. O local foi isolado para perícia, e o corpo encaminhado para os procedimentos legais. A Polícia Civil investiga o caso para esclarecer as circunstâncias do desmoronamento e confirmar as causas da morte.