Ferramenta vai processar cerca de 70 bilhões de notas fiscais por ano, recolher automaticamente os novos impostos sobre consumo e permitir devolução de tributos para famílias de baixa renda. A Receita Federal está desenvolvendo uma plataforma tecnológica inédita para colocar em prática a reforma tributária sobre o consumo, sancionada neste ano pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O sistema, que será 150 vezes maior que o PIX, vai organizar o pagamento dos novos impostos sobre produtos e serviços e processar cerca de 70 bilhões de notas fiscais anualmente. De acordo com o secretário da Receita, Robinson Barreirinhas, a diferença em relação ao PIX está no volume de informações. Enquanto o sistema de transferências do Banco Central só identifica quem envia, quem recebe e o valor, cada nota fiscal contém dezenas de dados sobre produtos, créditos tributários e emissores. O que muda com a reforma tributária A reforma substitui cinco tributos atuais (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) por dois novos: CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), de competência federal; IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), de competência estadual e municipal. Além disso, será criado o Imposto Seletivo, conhecido como “imposto do pecado”, que vai incidir sobre produtos nocivos à saúde e ao meio ambiente, como cigarros e bebidas alcoólicas. Os novos tributos serão não cumulativos (com abatimento dos impostos pagos em etapas anteriores) e cobrados no destino, ou seja, no local onde o bem ou serviço for consumido. Como funcionará a nova plataforma O sistema reunirá todas as informações de notas fiscais eletrônicas e terá como funções principais: Recolher impostos automaticamente sobre consumo; Aplicar o “split payment”, dividindo em tempo real os tributos entre União, estados e municípios; Calcular créditos tributários, permitindo abatimento rápido para as empresas; Oferecer uma calculadora oficial, que ajudará empresários a emitir notas sem erros e corrigir divergências antes de autuações; Viabilizar cashback para famílias de baixa renda, devolvendo parte dos tributos pagos. Redução da sonegação O governo espera que a plataforma reduza significativamente a sonegação fiscal, que hoje gera perdas estimadas em até R$ 500 bilhões por ano. O principal mecanismo será o split payment, que recolhe o imposto no momento da transação eletrônica, impedindo atrasos e fraudes. A medida também deve acabar com as chamadas “noteiras”, empresas de fachada criadas para emitir notas frias. Vai aumentar imposto? A proposta oficial é que não haja aumento da carga tributária. A ideia é apenas reorganizar a cobrança para torná-la mais simples e transparente. Ainda assim, há divergências entre setores. A indústria, que possui cadeias longas e muitos créditos a abater, pode ser beneficiada. Já o setor de serviços teme aumento de carga, pois sua cadeia produtiva é mais curta. Quem vai usar e quando começa A plataforma será utilizada por empresas que comercializam produtos e serviços, principalmente nas transações entre empresas (business to business). O consumidor final não precisará operar o sistema, mas será impactado indiretamente pelo cashback. O cronograma prevê: 2026: fase de testes com cerca de 500 empresas, usando alíquota simbólica de 1%. 2027: fim do PIS e Cofins e início oficial da CBS. 2029 a 2032: transição gradual do ICMS e ISS para o IBS estadual e municipal. O que esperar Com a nova plataforma, o Brasil terá um sistema tributário mais digital, transparente e integrado. A expectativa é que ele: Simplifique a vida das empresas, reduzindo erros e burocracia; Aumente a transparência na cobrança de tributos; Reduza a sonegação e fortaleça a arrecadação; Traga justiça social com a devolução de impostos para famílias de baixa renda. Em resumo, trata-se de um verdadeiro “super PIX dos impostos”, que promete transformar a forma como o país arrecada tributos e organiza as relações entre governo, empresas e consumidores.
Turismo em MT impulsiona o desenvolvimento regional com alta de 31% na arrecadação municipal
O turismo em Mato Grosso teve um crescimento histórico em 2024, consolidando-se um dos setores mais dinâmicos da economia do estado. Segundo a Secretaria Adjunta de Turismo do Estado, a arrecadação do ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza), que é pago às prefeituras, chegou a R$ 57,39 milhões, de um total de R$ 1,93 bilhão em serviços turísticos declarados. Isso representa um aumento de 31% em relação a 2023. Os dados são com base nas informações repassadas pelas prefeituras. A arrecadação mostra a diversidade do setor no estado. A hotelaria lidera, com R$ 21,7 milhões, seguida pela organização de eventos (R$ 3,2 milhões) e transporte terrestre (R$ 12,5 milhões). Agências de turismo, transporte aéreo e aquaviário também contribuíram para o crescimento. A arrecadação não se concentra apenas nos grandes centros. Cuiabá permanece à frente, com R$ 14,4 milhões, mas Várzea Grande se destaca como maior polo em volume de serviços, com R$ 11,7 milhões arrecadados e R$ 552 milhões em serviços declarados. Municípios do agronegócio, como Sorriso (R$ 8,6 milhões) e Sinop (R$ 3,9 milhões), reforçam o turismo de negócios, enquanto Chapada dos Guimarães mantém seu protagonismo no ecoturismo. Outros municípios, como Juína, Sapezal, Barra do Garças e Poconé, também vêm se destacando, mostrando que o turismo está crescendo em várias regiões do estado. Ao todo, mais de 30 municípios contribuíram para a arrecadação, abrangendo áreas urbanas, rurais e de natureza, evidenciando a capilaridade do turismo em Mato Grosso. “Analisando os dados de 2024, fica evidente como a base de arrecadação do ISSQN reflete a diversidade e a força do turismo em Mato Grosso. A alta de 31% mostra que a hotelaria, os eventos e o transporte turístico estão cada vez mais estruturados. Essas informações são fundamentais para planejarmos ações direcionadas, identificar oportunidades ainda pouco exploradas e garantir que o crescimento seja sustentável e equilibrado em todos os municípios”, destacou a coordenadora de Pesquisa e Planejamento da Sedec, Gláucia Regina da Silva. Ela ressaltou, ainda, que o envio consistente e preciso dos dados de ISSQN pelos municípios é crucial para a formulação de políticas públicas e estratégias estaduais. Essas informações permitem direcionar investimentos, fomentar o desenvolvimento equilibrado, apoiar políticas de incentivo para eventos e ecoturismo, atrair investidores privados e ampliar a base tributária, gerando mais empregos. Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, o desempenho de 2024 reforça a perspectiva de Mato Grosso como referência em turismo diversificado e sustentável. Com isso, o Estado se projeta como um modelo de turismo competitivo, capaz de oferecer segurança ao setor privado e consolidar impactos positivos em todo o território estadual. “Esse desempenho histórico confirma o turismo como um dos principais motores econômicos de Mato Grosso. O crescimento expressivo da arrecadação do ISSQN significa mais empregos, mais investimentos e mais oportunidades para nossas cidades. Estamos trabalhando para que a expansão do setor seja contínua, apoiando infraestrutura, eventos e conectividade entre os municípios, de forma a gerar desenvolvimento sustentável em toda a região”.
Mato Grosso fortalece pesca esportiva e atrai público feminino em evento exclusivo no Pantanal
Barão de Melgaço (MT) – Mato Grosso vem se consolidando como um dos maiores destinos de pesca esportiva do Brasil, atraindo turistas de diferentes perfis e origens. Entre eles, as mulheres têm conquistado cada vez mais espaço nesse universo. Prova disso foi o evento “Elas no Pantanal”, realizado às margens do Rio Cuiabá, que reuniu 40 participantes em uma experiência de pesca feminina exclusiva. Segundo a 12ª edição do Boletim de Inteligência de Mercado do Turismo (BIMT), Barão de Melgaço está entre as dez cidades mais favoráveis à prática da pesca esportiva no país. Essa vocação se refletiu no encontro que, além da pescaria, valorizou o ecoturismo e a preservação ambiental, marcas registradas do Estado. Projeto pioneiro para mulheres Idealizado pela empresária Aline Degani, o Elas no Pantanal nasceu em 2022 para atender ao desejo de mulheres que sempre sonharam em pescar, mas não encontravam espaço nos eventos tradicionalmente dominados pelo público masculino. “Nas reuniões de pesca masculina nunca havia lugar para nós. Então comecei a reunir amigas, e uma foi chamando a outra. Assim nasceu o projeto, que hoje já virou tradição”, conta Aline. Experiências únicas no coração do Pantanal Durante os dois dias de pescaria, as participantes tiveram contato com espécies como pintado, dourado, jaú, cachorra e piraputanga, além de vivenciarem a fauna pantaneira com avistamentos de tuiuiús, jacarés, capivaras e aves nativas. Para algumas, como a paranaense Isabela Branco, que viajou 1.600 km, a experiência foi inédita: “Nunca havia participado de um evento de pesca esportiva. Foi muito legal e diferente do que eu conhecia. Valeu muito a pena.” Outras já transformaram o encontro em tradição, como Érica Andreola, de Nova Mutum: “Aqui a gente se desconecta da rotina. Cada pescaria é uma nova história e uma nova descoberta.” Reconhecimento institucional e políticas públicas A secretária adjunta de Turismo de Mato Grosso, Maria Letícia Costa, participou do evento e destacou o potencial do Estado: “Mato Grosso está preparado para receber esse público. A Lei do Transporte Zero garante preservação da biodiversidade e, ao mesmo tempo, fortalece a pesca esportiva, que hoje já é um atrativo consolidado.” Segundo a Associação Mato-grossense de Ecoturismo e Pesca Esportiva, o setor registrou crescimento de até 40% nos últimos dois anos, impulsionado por pousadas, marinas e empreendimentos especializados. Pesque, fotografe e solte Um dos pilares do projeto é o compromisso com a preservação. Todos os peixes servidos nas pousadas vêm de tanques, e a regra é clara: pescar, fotografar e soltar. “A gente gosta de lembrar que pesca é esporte, não caça”, reforça Aline Degani.
Prefeitura de Cuiabá investiga reajuste de combustíveis após denúncias da população
Cuiabá, setembro de 2025 – A Prefeitura de Cuiabá, por meio do Procon Municipal, está investigando aumentos recentes no preço dos combustíveis praticados por postos da capital. A apuração começou depois que consumidores denunciaram um reajuste médio de R$ 0,20 por litro registrado no último mês. Como começou a investigação Após receber as denúncias, o Procon notificou o Sindipetróleo (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis de Mato Grosso). O sindicato alegou que os postos vinham absorvendo, há meses, aumentos repassados pela Petrobras e que parte desse custo começou a ser transferido ao consumidor recentemente. O que está sendo analisado Para verificar a justificativa, o Procon solicitou notas fiscais de compra e venda de combustíveis. Foram entregues documentos de 21 postos de uma grande rede e de 12 postos pertencentes a outras duas redes. A análise é feita por um fiscal especializado no setor, que está checando se os reajustes realmente correspondem aos aumentos informados pelas distribuidoras. Objetivo da ação O trabalho busca garantir transparência na formação dos preços, evitar aumentos injustificados e proteger os direitos dos consumidores cuiabanos. Declaração oficial A secretária-adjunta do Procon Municipal, Mariana Almeida Borges, reforçou o compromisso do órgão: “Seguiremos acompanhando a situação de perto até a conclusão do relatório técnico. Nosso foco é proteger o consumidor e garantir uma relação de consumo justa e equilibrada.” Compromisso com o consumidor A ação, coordenada entre Procon, Secretaria Municipal de Ordem Pública e Prefeitura de Cuiabá, reforça o compromisso da gestão municipal com: Transparência; Justiça nas relações de consumo; Valorização dos direitos da população.
Corinthians conquista o 7º título do Brasileirão Feminino e amplia hegemonia na competição
São Paulo, 14 de setembro de 2025 – O Corinthians escreveu mais um capítulo histórico no futebol feminino brasileiro ao conquistar, neste domingo, o sétimo título do Campeonato Brasileiro Feminino, sendo o sexto consecutivo, um feito inédito e que reforça a supremacia das Brabas na modalidade. Na Neo Química Arena, em São Paulo, o time alvinegro venceu o Cruzeiro por 1 a 0, gol marcado por Thaís logo aos quatro minutos do segundo tempo. O resultado garantiu a taça após o empate em 2 a 2 no jogo de ida, disputado no Independência, em Belo Horizonte. Cruzeiro faz história e Corinthians amplia dinastia Apesar do vice-campeonato, o Cruzeiro sai valorizado: fez a melhor campanha da primeira fase e alcançou a melhor performance de um clube mineiro desde a criação da competição, em 2013. Já o Corinthians, com uma trajetória marcada por disciplina tática e elenco consolidado, se isola ainda mais como maior campeão da história do Brasileirão Feminino. A hegemonia das Brabas Desde 2017, quando conquistaram o primeiro título, as Brabas vêm colecionando troféus e transformando a modalidade. A sequência de conquistas consecutivas confirma a consolidação de um projeto vencedor, que alia investimento, estrutura e valorização do futebol feminino. Todos os campeões do Brasileirão Feminino (2013–2025) 2013 – Centro Olímpico 2014 – Ferroviária 2015 – Rio Preto 2016 – Flamengo 2017 – Corinthians 2018 – Corinthians 2019 – Corinthians 2020 – Corinthians 2021 – Corinthians 2022 – Corinthians 2023 – Corinthians 2024 – Corinthians 2025 – Corinthians
Operações Lei Seca resultaram na prisão de 16 condutores em Cuiabá
Duas edições da Operação Lei Seca realizadas em Cuiabá, na madrugada deste domingo (14.9), resultaram na prisão de 16 pessoas. Quatorze foram presas por embriaguez ao volante (artigo 306 do Código de Trânsito) e duas por adulteração veicular e favorecimento pessoal, ambos os crimes previstos no Código Pena (CP), artigos 311 e 348, respectivamente. As ações ocorreram simultaneamente nas avenidas Tenente-coronel Duarte (Prainha), no bairro Dom Aquino, e na Beira Rio, no bairro Grande Terceiro. De acordo com o relatório divulgado, 110 veículos foram fiscalizados e 114 testes de alcoolemia realizados nas duas operações, resultando na remoção de 40 veículos, sendo 28 carros e 12 motocicletas. As operações foram iniciadas por volta das 3h da madrugada e se estenderam até às 6h, resultando, ainda, na aplicação de 73 multas por consumo de álcool, falta de Carteira Nacional de Habilitação (CNH), licenciamento obrigatório, entre outras irregularidades. Nos casos de prisões por embriaguez, além da autuação criminal com exigência do pagamento de fiança para responder pelo crime em liberdade, a multa inicial é de R$ 2,9 mil, podendo chegar a R$ 5,8 mil em caso de reincidência, além da suspensão da CNH, entre outras implicações legais. A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob a coordenação do Gabinete de Gestão Integrada (GGI). Nesta edição, foram empregadas equipes do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Corpo de Bombeiros de Mato Grosso (CBM-MT), Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.
2ª Copa Neide-Costa reúne mais de 700 pessoas na abertura e se consolida como referência esportiva na Baixada Cuiabana
Cuiabá, 14 de setembro de 2025 – A 2ª edição da Copa Neide-Costa confirmou o sucesso esperado e se firma como um dos principais eventos esportivos comunitários de Cuiabá e região. Realizada no último sábado (13), a abertura contou com mais de 700 pessoas entre atletas, familiares e moradores, reforçando o papel do esporte como ferramenta de inclusão e integração social. O torneio é uma iniciativa do jornalista Cléo Costa, conhecido como “o repórter que o povo gosta”, e tem como grande apoiador o deputado estadual Eduardo Botelho, que abraçou a causa por entender a importância do esporte de base na transformação da realidade de crianças e adolescentes. Um evento gratuito e inclusivo A Copa Neide-Costa possui caráter totalmente gratuito: não há taxa de inscrição, cobrança de arbitragem ou qualquer custo para os participantes. Isso garante que jovens de diferentes bairros de Cuiabá e da Baixada Cuiabana tenham acesso à prática esportiva de forma igualitária. Nesta edição, mais de 20 equipes marcaram presença em jogos disputados nas categorias 2016/2017, 2014/2015 e 2012/2013. Homenagem e legado Mais do que um torneio, a Copa é também uma homenagem à memória de Neide Costa, matriarca da família Costa e mãe do jornalista Cléo, que sempre incentivou valores de união, disciplina e respeito – princípios hoje refletidos em cada partida. Depoimentos de apoio Para o organizador Cléo Costa, o torneio ultrapassa o aspecto esportivo: “Queremos dar oportunidade para que crianças e adolescentes vivenciem o esporte, aprendendo valores de respeito, disciplina e convivência. O apoio da comunidade mostra que o evento já faz parte da vida da nossa região.” O deputado Eduardo Botelho, presente na abertura, destacou o papel social da iniciativa: “O esporte é um caminho de cidadania e inclusão. Projetos como a Copa Neide-Costa mostram como o esforço coletivo pode transformar a realidade de jovens e de suas famílias.” Consolidação como referência Com arquibancadas cheias, clima de confraternização e a participação direta da comunidade, a Copa Neide-Costa já se consolida como uma referência esportiva comunitária em Cuiabá e na Baixada Cuiabana, reafirmando o poder do esporte como elo de transformação social.
Jogo político em Mato Grosso se intensifica com articulações para as eleições de 2026
O tabuleiro político em Mato Grosso já se movimenta em direção às eleições de 2026. Cada passo é estratégico, e quem tem largado em vantagem é o grupo formado pelo governador Mauro Mendes, o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, e o chefe da Casa Civil, Fábio Garcia. Esse trio tem dado ritmo à gestão e às articulações políticas no Estado. Mauro consolidou-se como liderança com entregas e estabilidade; Max se firmou como articulador, mantendo diálogo aberto e união na Assembleia; e Fábio Garcia, com sua capacidade técnica, tem sido peça fundamental para organizar a máquina administrativa e fortalecer as articulações em Brasília. Pivetta como sucessor natural Com Mauro Mendes mirando uma vaga no Senado, o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) aparece como o nome mais forte para a sucessão estadual. Apoiado pelo governador, pela primeira-dama Virgínia Mendes, pela base parlamentar e pelo núcleo de articulação política, Pivetta se apresenta como continuidade de um governo bem avaliado. Max Russi: liderança consolidada e articulação política Entre os nomes que mais crescem no tabuleiro político, Max Russi (PSB) tem se destacado não apenas como presidente da Assembleia Legislativa, mas como um líder de resultados. Sob sua gestão, a Assembleia ganhou protagonismo, avançou em grandes projetos e se aproximou ainda mais da sociedade. No campo eleitoral, Max mostrou força ao conduzir seu partido a um desempenho histórico na última eleição, tornando o PSB uma das siglas mais influentes de Mato Grosso. Esse resultado reforça sua capacidade de liderança e seu papel como peça estratégica dentro do grupo governista. Mais do que cargos ou conquistas eleitorais, o diferencial de Max está em seu perfil: um político com habilidade para ouvir, unir grupos e mediar interesses. Reconhecido por prefeitos, vereadores, lideranças de classe e pela própria base parlamentar, ele se consolidou como um grande articulador e um dos jogadores mais importantes do cenário político atual. Fábio Garcia: capacidade técnica e articulação estratégica O chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, exerce papel fundamental no dia a dia da gestão. Reconhecido por sua capacidade técnica, ele é responsável por receber as demandas da sociedade, avaliar prioridades e organizar as pautas que chegam ao Palácio Paiaguás. Com isso, garante que o governador e o secretariado tenham clareza para decidir e agir com mais eficiência. Além disso, Fábio tem sido ponte direta entre Mato Grosso e Brasília, ampliando o alcance político do grupo e fortalecendo os projetos que chegam ao Estado. Sua atuação como gestor e articulador político reforça a solidez do bloco que se prepara para 2026. Grupo com vantagem, mas o jogo segue aberto Enquanto a oposição segue fragmentada, o grupo liderado por Mauro Mendes, com Max Russi consolidado como grande articulador e Fábio Garcia fortalecendo a gestão, chega às articulações para 2026 em posição de destaque. Mas é importante lembrar: esse é o cenário de hoje. Na política, tudo pode mudar muito rápido. Nenhum jogo está ganho de antemão, e os próximos movimentos é que vão definir quem realmente sairá vitorioso em 2026.
Vice-prefeita anuncia reforço no gabinete, mas dúvidas sobre entrosamento da gestão seguem em Cuiabá
Na última sexta-feira (12), a vice-prefeita de Cuiabá, coronel Vânia Rosa, reuniu a imprensa para anunciar medidas de fortalecimento do gabinete da Vice-Prefeitura. A proposta é transformar o espaço em um centro ativo de articulação política, captação de recursos e acompanhamento de políticas públicas. A iniciativa mostra empenho da vice em contribuir mais de perto com a cidade. Mas o anúncio também deixou no ar uma dúvida: por que, após quase nove meses de gestão, Vânia ainda não conseguiu consolidar seu espaço dentro da administração municipal? Durante a campanha, prefeito e vice exibiam entrosamento e defendiam a ideia de uma gestão compartilhada. Hoje, o que se vê é um prefeito extremamente atuante. Abilio está presente em praticamente todas as frentes: participa das decisões estratégicas, acompanha secretarias de perto, fiscaliza obras nas ruas, cobra qualidade nas entregas, comparece em inaugurações e mantém presença semanal na Câmara Municipal. Esse estilo de gestão, marcado pela proximidade com a máquina pública, tem levantado uma nova percepção: ao ocupar todos os espaços, será que o prefeito não estaria limitando a atuação de secretários e até da própria vice-prefeita? Enquanto isso, áreas como educação, saúde e infraestrutura seguem em evidência. Na educação, o próprio prefeito tem levantado questionamentos sobre a rede municipal. Na saúde, os desafios são diários. E na infraestrutura, obras prolongadas continuam impactando comerciantes e moradores. Nesse cenário, especialistas e sociedade reforçam que dar mais autonomia a uma equipe qualificada poderia ajudar a gestão a entregar melhores resultados. E a reflexão que fica é inevitável: essa gestão está realmente entrosada? Há espaço para que secretários e a vice-prefeita mostrem suas capacidades? Ou o modelo centralizador vai prevalecer nos próximos anos? O futuro de Cuiabá dependerá das respostas a essas perguntas.
Drenos e sustentabilidade: Max Russi lidera debate sobre produção em Mato Grosso
Presidente da Assembleia Legislativa defende equilíbrio entre segurança jurídica e preservação ambiental, diante dos desafios que envolvem os drenos nas áreas úmidas do Estado. Quando o assunto são as áreas úmidas em Mato Grosso, um tema ganha cada vez mais espaço nas discussões: os drenos. A questão preocupa diretamente o setor produtivo, mas não se resume ao meio ambiente. É também um desafio econômico e social, que afeta quem produz, gera emprego e garante alimento nas mesas de milhões de brasileiros. Na região norte, em municípios como Sorriso, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum e Querência, estão mais de 4 milhões de hectares de drenos que dependem de licenciamento junto à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). Produtores e famílias relatam dificuldades para obter as liberações, o que gera insegurança jurídica e ameaça a continuidade da produção. Max Russi à frente do debate O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, tem se colocado como um dos principais defensores de soluções concretas para o tema. Entre as medidas já adotadas estão: Contratação de um estudo técnico detalhado sobre a situação dos drenos; Destinação de recursos para que servidores da Sema realizem pós-graduação, ampliando a capacidade técnica do órgão; Acompanhamento e cobrança constante para dar mais agilidade às liberações. Segundo Max Russi: “Precisamos unir produção sustentável e segurança jurídica. Esse equilíbrio é indispensável para o presente e o futuro do nosso estado.” Produção e preservação lado a lado Mato Grosso é um estado privilegiado pela natureza, abrigando ecossistemas como o Pantanal, Cerrado e Amazônia, de relevância mundial. Essas áreas úmidas desempenham papel fundamental na regulação das águas, no equilíbrio climático, na preservação da biodiversidade e no bem-estar das comunidades locais. Por isso, Max Russi reforça que as decisões sobre os drenos devem ser sempre pautadas pela ciência e pelo diálogo permanente com produtores e comunidades tradicionais. Compromisso no Parlamento O tema tem sido recorrente no Legislativo. Em 2023, junto aos deputados Dr. Eugênio de Paiva (PSB) e Valmir Moretto (Republicanos), Russi conduziu uma audiência pública para discutir a sustentabilidade no Vale do Araguaia e no Vale do Guaporé. Na ocasião, os parlamentares se posicionaram contra uma proposta que buscava transformar as áreas úmidas em planícies pantaneiras, o que poderia travar o desenvolvimento econômico da região. A opção foi pelo caminho da responsabilidade, destinando recursos para estudos técnicos que garantem tranquilidade às famílias que vivem e produzem nessas áreas. União pelo futuro Nesta semana, a pauta voltou a ganhar força na Assembleia Legislativa. Max Russi somou sua voz às de entidades representativas, como a Aprosoja, Famato e o Sindicato Rural de Primavera do Leste, em busca de soluções conjuntas para os impasses que envolvem os drenos e a sustentabilidade no estado. ✅ Compromisso reforçado:A liderança de Max Russi mostra o esforço em construir alternativas que respeitem a lei, a ciência e, principalmente, a realidade de quem produz em Mato Grosso — unindo preservação ambiental, desenvolvimento econômico e segurança para o setor produtivo.